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quinta-feira, 26 de março de 2015

Pesquisadores realizam visita no Recanto Ecológico Rio da Prata

O Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) recebeu nos dias 21 e 22 de março, uma equipe de pesquisadores liderados pelo Professor Drº José Sabino.

Junto com ele estavam  Michaela Sandim Coelho (membro do projeto), Heriberto Jr (membro do projeto) Lilian Ottoni (estagiária), Carla Kovalski (estagiária) e Fabio Pellegrini (jornalista e fotógrafo).

A pesquisa em questão trata-se do Projeto Peixes de Bonito, coordenado por José Sabino, que inclusive já identificou espécies de peixes ainda não descritas pela ciência nos rios da região da Bodoquena.

Acompanhados pelo Biólogo e colaborador do Grupo Rio da Prata Thyago Sabino, a equipe visitou o atrativo com intuito de realizar imagens para elaboração de um vídeo que representará os 15 anos do projeto, completados em 2015 e também coleta de dados biológicos pertinentes a atividade de pesquisa.

Foram realizadas entrevistas com membros atuais e antigos do projeto, também com o proprietário do atrativo Eduardo Folley Coelho e membros da equipe do Recanto Ecológico Rio da Prata.

Veja as fotos:










Informações Thyago Sabino - Colaborador do Grupo Rio da Prata

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Peixes são monitorados no Recanto Ecológico Rio da Prata

Nos dias 24, 26 e 27 de setembro, estiveram presentes no Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim – MS), um grupo de pesquisadores de ictiologia para implementação de uma nova linha de pesquisa dentro da RPPN Cabeceira do Prata.

A equipe é coordenada pela Bióloga Dra Lisiane Hahn e também pelo Biólogo Dr José Sabino, e a pesquisa da continuidade ao Projeto Peixes de Bonito.

A Pesquisa

A pesquisa consiste no método de telemetria de peixes, em especial no Dourado (Salminus brasiliensis), através da implantação de um transmissor no ventre do animal. Este transmissor emite ondas de rádio em determinada frequência a cada 05s durante um período de dois anos.

A escolha do Dourado como espécie chave deste estudo se dá pela importância ecológica deste animal dentro do ecossistema. É um predador de topo, controlador da população de outras espécies, bioindicador, e também uma das espécies mais cobiçadas no mundo da pesca. Em alguns lugares como, por exemplo, Corumbá (MS), a pesca do Dourado está proibida mesmo fora do período de piracema.


A implantação do transmissor no peixe é feita através de um pequeno processo cirúrgico onde há toda uma ética envolvendo o bem estar animal, utilizando sedativos. O transmissor é envolvido por uma membrana biocompatível evitando assim maiores danos e rejeição do material pelo corpo do animal.


 A pesquisa tem como objetivo analisar e interpretar os dados de deslocamento destes animais, buscando entender melhor a dinâmica espacial dos mesmos. Será que estes dourados presentes aqui no Rio da Prata e no Rio Olho D`Água transitam também nos rios de maior porte como o Miranda e Paraguai? Para onde vão estes animais no período reprodutivo? Os dados obtidos através da pesquisa poderão responder estas e outras perguntas.

A pretensão do projeto é marcar pelo menos 15 exemplares e montar uma base fixa na fazenda para a coleta destes dados.

De acordo com a Drª Lisiane, referência nesse trabalho também em outros lugares do país, há registros na região sul de indivíduos que se deslocaram por 700km do ponto onde foram marcados.

Assim através dos dados obtidos na pesquisa, irão surgir dados precisos sobre a dinâmica do sistema biológico como um todo colaborando para a conservação da Biodiversidade local e regional.

Além da Drª Lisiane e do Drº José Sabino a equipe era composta por mais duas acadêmicas de graduação: Lilian Ottoni e Carla Kovalsk, uma de doutorado Mariza Silva para auxiliar em todos procedimentos e um pescador profissional Mauricio Gomes para captura dos exemplares.  Durante o tempo que estiveram em campo, à equipe também foi acompanha pelo Biólogo e colaborador do Grupo Rio da Prata Thyago Sabino.

Junto com o grupo de pesquisadores também estava presente no atrativo a Repórter Cláudia Gaigher e sua equipe de filmagem. Cláudia faz parte da equipe da TV Morena, afiliada a Rede Globo de Televisão e veio realizar uma cobertura de todo processo que envolve a pesquisa para produção de uma matéria que tem como pretensão ser divulgada a nível nacional, uma vez que este tipo de pesquisa é inédito na região.


Informações Thyago Sabino e Elusa Prado (Colaboradores Grupo Rio da Prata)

terça-feira, 13 de abril de 2010

RPPN Cabeceira do Prata tem lista de pesquisas realizadas na fazenda divulgada

Foi publicada recentemente uma listagem de pesquisas realizadas pelo Projeto Peixes de Bonito e também em andamento na RPPN Fazenda Cabeceira do Prata, em Jardim (MS).

Essa pesquisa até a presente data, gerou diversos trabalhos e resumos que foram publicados em importantes congressos.

Confira a lista aqui!

Sobre o Projeto

Coordenado pelo Professor José Sabino, pesquisador da Universidade Anhanguera Uniderp, o projeto Peixes de Bonito envolve atividades de pesquisas em ecologia, ecofisiologia e comportamento de peixes, tendo como objetivos fundamentais a conservação da biodiversidade e uso sustentável dos rios da região de Bonito.

O Projeto tem forte caráter multidisciplinar ao unir biologia de peixes, ecologia, ecoturismo e sustentabilidade, fato que contribuiu para a conquista em 2005 do prêmio de desenvolvimento sustentável do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

Por Carla Layane

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Pesquisadores de peixes de Bonito são contemplados com bolsa do CNPq

Peixes no Rio da Prata, em Bonito (MS)


Desenvolvido desde 2000, a partir de levantamentos realizados na cidade de Bonito (MS) e região, o projeto Peixes de Bonito, coordenado pelo pesquisador da Universidade Anhanguera-Uniderp, José Sabino, rendeu ao professor a aprovação no edital de Bolsas de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

"A bolsa é concedida a pesquisadores avaliados pela qualidade e produtividade da produção científica, de modo com impacto ao desenvolvimento científico e tecnológico do país. Esse reconhecimento por parte do CNPq também agrega muito valor às linhas de pesquisa da universidade, visto que significa um depósito de confiança da maior instância de pesquisa do Brasil, tanto para o pesquisador quanto para a instituição de ensino em que os projetos são desenvolvidos", destacou José Sabino.

O projeto Peixes de Bonito envolve atividades de pesquisas em ecologia, ecofisiologia e comportamento de peixes, tendo como objetivos fundamentais a conservação da biodiversidade e uso sustentável dos rios da região de Bonito. O Projeto tem forte caráter multidisciplinar ao unir biologia de peixes, ecologia, ecoturismo e sustentabilidade, fato que contribuiu para a conquista em 2005 o prêmio de desenvolvimento sustentável do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

Pantanal – Outros professores da Universidade Anhanguera-Uniderp também recebem o apoio do CNPq, como o pesquisador Silvio Fávero, que desenvolve o estudo Bioprospecção de plantas inseticidas do pantanal sul-mato-grossense, e é contemplado com a bolsa de Produtividade em Pesquisa desde o ano de 2005.

O objetivo do trabalho é avaliar a potencialidade de plantas medicinais e aromáticas (cultivadas e não cultivadas) como 'plantas insetistáticas' que possam posteriormente ser utilizadas em programas de manejo ecológico de pragas. Devido à evolução alcançada, atualmente o projeto integra o Instituto Nacional de Áreas Úmidas do CNPq, coordenado pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT).

Fonte: Agora MS
Foto: Christian Dalgas Frisch