O Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) recebeu no dia 30 de abril a visita de Marina e Stefanie, da SD Student Travel, que realizaram a flutuação no atrativo! Após o término da atividade realizaram um plantio de mudas no Bosque da Esperança.
A espécie escolhida foi um cedro e com homenagem, disseram: "Dedicamos esse plantio a todos os estudantes do mundo e a todos aqueles que tem sede de aprender".
segunda-feira, 6 de maio de 2019
Visita no Recanto Ecológico Rio da Prata
O Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) recebeu no dia 1º de maio a visita de Leidmar Cosmo, agente da 4U do Espírito Santo acompanhado por Laiza, Caroline, Luiz Fernando, Nathalia e Natan. Todos realizaram a flutuação e se encantaram com a experiência e também com o doce de leite artesanal!
Visita no Recanto Ecológico Rio da Prata
O Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) recebeu no dia 25 de abril a visita de Aderbal, agente de viagens da Freeway, acompanhado por Gabriela. Eles realizaram o passeio de trilha e flutuação e se encantaram com a experiência!
Foi um prazer recebê-los! Voltem sempre!
sexta-feira, 3 de maio de 2019
Cenário do Recanto Ecológico Rio da Prata ilustra vídeo do projeto Observando os Rios
A empresa do Grupo Sompo Holdings, apresenta em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, o mini documentário “Observando Rios”. O lançamento do filme celebra o apoio da empresa ao projeto Observando os Rios.
O cenário do rio da Prata, em Jardim (MS), compõem o material. O atrativo Recanto Ecológico Rio da Prata recebeu em abril a visita da equipe de filmagens. João Gomes, instrutor de mergulho nos atrativos e voluntário no projeto Observando os Rios, os acompanhou e também faz parte do documentário.
Uma vez por mês, João faz a coleta das águas do rio da Prata e na nascente do rio Olho D'Água, e após análise, compartilha as informações no portal do SOS Mata Atlântica.
O Observando os Rios está presente em 103 municípios, onde 3.500 voluntários – organizados em aproximadamente 250 grupos –, monitoram a qualidade da água em cerca de 300 pontos em rios e mananciais nas bacias e sub-bacias hidrográficas da Mata Atlântica.
"Ter rios com boa qualidade de água também significa promover a segurança hídrica e, portanto, a saúde da população. Ao pensar nas pessoas e no meio ambiente, a Sompo vem somar com essa perspectiva. Afinal, todos queremos rios e pessoas saudáveis", afirma Romilda Roncatti, coordenadora do projeto Observando os Rios.
O documentário, uma criação da agência REF+ e com produção da Black Door Filmes, mostra a realidade dos rios brasileiros e os problemas causados pela falta de preservação. Para Ricardo Calfat, sócio e COO (Chief Operating Officer) da REF+, o projeto, filmado em três locações diferentes: represa de Guarapiranga (SP), Pirapora do Bom Jesus (SP) e Bonito (MS), e que contou com mais de 50 profissionais, traz uma mensagem importante e urgente para o país. “Nós genuinamente acreditamos que é preciso alertar as pessoas sobre a poluição das águas, os danos potenciais e a necessidade de preservação e atenção para com o meio ambiente”, afirma Celso Ricardo Mendes, diretor operacional da Sompo Seguros.
Veja o vídeo:
O cenário do rio da Prata, em Jardim (MS), compõem o material. O atrativo Recanto Ecológico Rio da Prata recebeu em abril a visita da equipe de filmagens. João Gomes, instrutor de mergulho nos atrativos e voluntário no projeto Observando os Rios, os acompanhou e também faz parte do documentário.
Uma vez por mês, João faz a coleta das águas do rio da Prata e na nascente do rio Olho D'Água, e após análise, compartilha as informações no portal do SOS Mata Atlântica.
O Observando os Rios está presente em 103 municípios, onde 3.500 voluntários – organizados em aproximadamente 250 grupos –, monitoram a qualidade da água em cerca de 300 pontos em rios e mananciais nas bacias e sub-bacias hidrográficas da Mata Atlântica.
"Ter rios com boa qualidade de água também significa promover a segurança hídrica e, portanto, a saúde da população. Ao pensar nas pessoas e no meio ambiente, a Sompo vem somar com essa perspectiva. Afinal, todos queremos rios e pessoas saudáveis", afirma Romilda Roncatti, coordenadora do projeto Observando os Rios.
O documentário, uma criação da agência REF+ e com produção da Black Door Filmes, mostra a realidade dos rios brasileiros e os problemas causados pela falta de preservação. Para Ricardo Calfat, sócio e COO (Chief Operating Officer) da REF+, o projeto, filmado em três locações diferentes: represa de Guarapiranga (SP), Pirapora do Bom Jesus (SP) e Bonito (MS), e que contou com mais de 50 profissionais, traz uma mensagem importante e urgente para o país. “Nós genuinamente acreditamos que é preciso alertar as pessoas sobre a poluição das águas, os danos potenciais e a necessidade de preservação e atenção para com o meio ambiente”, afirma Celso Ricardo Mendes, diretor operacional da Sompo Seguros.
Veja o vídeo:
sexta-feira, 26 de abril de 2019
Pesquisadores realizam expedição no Recanto Ecológico Rio da Prata
O Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) recebeu no mês de abril a visita do Prof. Dr. José Sabino acompanhado pelos pesquisadores Drº Pablo Arroyo, Engenheiro Florestal - Agência Espacial Canadense; Toshimasa Kawai - Aquarium Aquatotto, no Japão e Drª Margaret Kalacska, Bióloga McGill University (Montreal Canadá).
O grupo realizou uma expedição no atrativo com o intuito de interpretar ambientes naturais que são únicos e que combinam formação cárstica com alta biodiversidade.
"A região é extremamente importante, sensível às alterações ao uso do solo e isso tem gerado impactos em alguns rios. Essa é uma das partes que estamos mais preocupados nesse momento e concentrando nossas pesquisas com foco em análise da paisagem para tentar conservar esse tipo de ambiente e principalmente esse tipo de experiência que ele oferece para as pessoas, de mergulhar em um rio de águas cristalinas, combinada com uma riquíssima biodiversidade e que é capaz de transformar a mente das pessoas", revela Sabino.
Já Margaret Kalacska, professora na Universidade McGill e co-fundadora do Projeto Peixes e Floresta , revela que "esta é uma oportunidade de colaborar com colegas brasileiros para entender os impactos da mudança na cobertura e uso do solo nos ecossistemas de água doce em áreas com grande biodiversidade, mas que lidam com aumento da pressão por uso da terra ao redor. É uma oportunidade incrível para entender a ligação entre a ciência e ecoturismo e a importância que os dois tem na paisagem".
Veja as fotos:
O grupo realizou uma expedição no atrativo com o intuito de interpretar ambientes naturais que são únicos e que combinam formação cárstica com alta biodiversidade.
"A região é extremamente importante, sensível às alterações ao uso do solo e isso tem gerado impactos em alguns rios. Essa é uma das partes que estamos mais preocupados nesse momento e concentrando nossas pesquisas com foco em análise da paisagem para tentar conservar esse tipo de ambiente e principalmente esse tipo de experiência que ele oferece para as pessoas, de mergulhar em um rio de águas cristalinas, combinada com uma riquíssima biodiversidade e que é capaz de transformar a mente das pessoas", revela Sabino.
Já Margaret Kalacska, professora na Universidade McGill e co-fundadora do Projeto Peixes e Floresta , revela que "esta é uma oportunidade de colaborar com colegas brasileiros para entender os impactos da mudança na cobertura e uso do solo nos ecossistemas de água doce em áreas com grande biodiversidade, mas que lidam com aumento da pressão por uso da terra ao redor. É uma oportunidade incrível para entender a ligação entre a ciência e ecoturismo e a importância que os dois tem na paisagem".
Veja as fotos:
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Integrantes do GVBio e GAS vsitam o Recanto Ecológico Rio da Prata
O Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) recebeu no dia 18 de abril a visita de Gleyciano Vasconcelos, diretor executivo da GVBio (Grupo Vasconcellos Biodiversidade) e do agropecuarista Martin Simeon Wanser e seu filho, da GAS MS (Grupo de Agricultura Sustentável).
O objetivo da visita foi conhecer o processo de compostagem e o minhocário desenvolvido no atrativo.
De acordo com Bruno Rocha, biólogo do passeio, "a ideia deles é implementar isso em uma agricultura orgânica de larga escala, através de um processo chamado "Chá de composto", que incorpora microrganismos ao solo, reduzindo o uso de fertilizantes químicos".
Após conhecer o processo de produção, conheceram a nascente do rio Olho D'Água.
Veja as fotos:
O objetivo da visita foi conhecer o processo de compostagem e o minhocário desenvolvido no atrativo.
De acordo com Bruno Rocha, biólogo do passeio, "a ideia deles é implementar isso em uma agricultura orgânica de larga escala, através de um processo chamado "Chá de composto", que incorpora microrganismos ao solo, reduzindo o uso de fertilizantes químicos".
Após conhecer o processo de produção, conheceram a nascente do rio Olho D'Água.
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