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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Registros da fauna na Lagoa Misteriosa pelas lentes das armadilhas fotográficas


No mês de dezembro as armadilhas fotográficas instaladas na Lagoa Misteriosa (Jardim-MS) registrou imagens de quatro espécies da fauna da região: cateto, cutia, , tatu e tamanduá.

De acordo com informações do Engenheiro Ambiental do atrativo, Osvaldo Esterquile Jr., o intuito das instalações dos equipamentos é "identificar e avaliar possíveis impactos ambientais decorrentes da visitação turística na área de visitação da Lagoa Misteriosa,assim como realizar o monitoramento de fauna, flora e dados limnológicos água”.

As armadilhas fotográficas, que são câmeras fotográficas conectadas a uma caixa com sensores que disparam conforme ocorre movimento, são instaladas nos troncos das árvores e deixadas por 5 a 10 dias registrando os animais.

"Na ultima instalação da armadilha fotográfica no ano de 2012 no fragmento florestal da Lagoa Misteriosa tivemos muito sucesso em registrar os animais a seguir: Cateto um espécie de porco selvagem, Cutia um tipo de roedor, Tatu e um curioso Tamanduá bandeira que além de se mostrar por inteiro cheirou e quase tampou a câmera com sua cauda", revela o Engenheiro Ambiental.

Veja abaixo as imagens capturadas:


Cateto


Tamanduá-bandeira


Tatu

Com informações Osvaldo Esterquile Jr. (Colaborador do Grupo Rio da Prata)


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Monitoramento da Fauna no Rio da Prata

Durante os meses de novembro e dezembro de 2011, as armadilhas fotográficas instaladas no Recanto Ecológico Rio da Prata (Jardim-MS) registraram o movimento de diversas espécies. Confira:


Data: 05/11/2011 - Ema, na trilha do passeio a cavalo. 

Data: 07/11/2011 - Lobo.
Data: 07/11/2011 - Seriema, na trilha do passeio a cavalo.
Data: 13/11/2011 - Tatu .
Data: 21/12/2012 - Paca.  
Data: 26/12/2012 - Anta.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Biólogo do Rio da Prata auxilia a reintegração de filhote à natureza

No início de janeiro foi encontrado na trilha do passeio Recanto Ecológico Rio da Prata um filhote de Araçari-castanho. Provavelmente o pequeno animal caiu do ninho e apresentava ferimentos leves.

O pequenino Araçari recebeu o nome de "Tatu", em homenagem ao Valdecir (colaborador do Rio da Prata que o encontrou), que tem como apelido "Tatu".

Para acelerar o processo de recuperação do filhote, o Biólogo Samuel Duleba construiu um poleiro dentro do espaço dedicado ao minhocário e incentiva-o a voar curtas distâncias para buscar sua própria alimentação.

Veja o antes e o depois do filhote de Araçari:



segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Filhote de Araçari é resgatado no Rio da Prata

No início do mês, o colaborador do passeio Recanto Ecológico Rio da Prata, Valdecir, encontrou na trilha um filhote de Araçari - castanho, que provavelmente caiu do ninho. Apesar dos ferimentos leves, o filhote está se recuperando com o auxílio do Biólogo Samuel Duleba.



O pequenino Araçari recebeu o nome de "Tatu", em homenagem ao Valdecir, que tem como apelido "Tatu".

Sobre a espécie:

O araçari-castanho (Pteroglossus castanotis) é uma espécie de ave da família da família Ramphastidae. Ocorre da Colômbia ao Paraguai e no Brasil centro-meridional. Tais aves medem cerca de 43 cm de comprimento, com um grande bico multicolor, bochechas, garganta e nuca castanhas, barriga com faixa vermelha alargada dos lados.

É uma espécie de pássaro da mesma família dos Tucanos.

Fotos: Acervo Rio da Prata